Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

Como aqui http://momentosdisparatados.blogs.sapo.pt/24325.html  disse hoje fui a uma consulta de dermatologia no hospital.

Há bastante tempo notei que o sinal que tinha nas costas estava maior e com alguma rugosidade, além de por vezes me dar um ardor e comichão. Não dei importância ao caso, mas numa consulta de rotina e porque nessa altura sentia mais ardor comentei com a medica de família. Embora tenha achado que não seria nada preocupante marcou consulta no hospital (felizmente que a coisa agora é automática). Segundo ela demoraria uns meses e assim foi.

Ao activar a consulta quando cheguei tive logo uma surpresa...além dos 7,50 € ainda tinha uma divida de cerca de 17 €. De olhos bem arregalados para a maquineta vejo varias datas, de 1999, 2000, 2001 e .....

Perguntei ao Sr. voluntario que "raio" era aquilo. Segundo ele, eu teria ido ao hospital nessas alturas e não teria pago as taxas.

Mas como é que agora vou saber se fui ou não? 

E porque só passados estes anos todos é que me pedem?

Ah já sei...na altura o país era rico e agora está afundado, logo todos os cêntimos são preciosos.

Não paguei...vou aguardar.

Para ajudar a ficar mais bem disposta entro no consultório e encontro um medico com cara de poucos amigos. Confesso que tenho algumas duvidas que me tenha dito bom dia. Num gesto faz-me sinal para me sentar e quando lhe falo do sinal nas costas faz-me um gesto para levantar a camisola.

Estava impressionada com a simpatia daquele homem!

Finalmente diz-me mais do que duas palavras. "este sinal não tem problema, mas com este já tem de se preocupar."

Fiquei à espera que me informasse dos cuidados que deveria ter, como não disse acabei por lhe perguntar " Tenho de ter atenção à cor, forma e tamanho?"

Como resposta "sim".

Em menos de 5 minutos estava despachada e ao pé da porta quando me lembrei de lhe mostrar um sinal outro sinal que que fazia alguma impressão, especialmente quando a roupa passava nele.

" Esse não tem problema, mas se lhe faz impressão podemos retirar".

Ainda no consultório do médico, chega uma mulher que eu achei que era enfermeira, mas que depois confirmei que era medica e ele diz-lhe "é para retirar".

Ela, claro só lhe podia perguntar " "retirar o quê?"

 

 

 

 



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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Por este andar vou ficar igualzinha aos meus pais e nada me admira que passe a gostar de tomar medicação…muita medicação.

 

Tanta vez que eu dizia aos meus pais " mas não saem do médico?", ou então não entendia como ficavam satisfeitos quando o médico receitava mais um medicamente.

 

As vezes, que eu ralhei por não irem fazer determinado passeio por terem consultas marcadas.

 

Então não é que aqui a menina está com a agenda quase tão preenchida como a deles?

 

Há umas semanas, se bem se lembram era fisioterapia todos os dias devido à queda que dei no Lar, depois acabei por ter de ir às urgências por ter a tensão muito elevada, hoje fui à médica fazer uma citologia e amanhã tenho consulta de dermatologia no hospital.

 

A única diferença é que os meus pais adoram tomar medicação e ir às consultas e eu odeio, ainda.



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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

 

 

Há já bastante tempo que andava a dizer que se tinha de colocar silicone na banheira, pois a parede do quarto (que separa o quarto da casa de banho) estava com alguma humidade.

 

Devo dizer que o maridão tem jeito para bricolage e quase todos os arranjos cá em casa são feitos por ele. Mas também tenho de confessar que tenho de andar atrás dele para o fazer.

 

Quando o convenci a pôr as “mãos na massa" vi a pontinha de satisfação quando descobriu que não tinha silicone em casa. Na altura não dava jeito ir comprar e a resposta com um sorrisito foi "olha, terá de ficar para o próximo fim-de-semana.

 

Aqui a menina a passar uma semana inteirinha para ver a obra feita?

 

Nem pensar. Não descanso enquanto aquilo que meti na cabeça não está feito. Isto, para pesadelo do maridão.

 

Vai dai a menina, no dia seguinte dirige-se a uma loja dos chinocas" para comprar o dito cujo. Bem, não era nada fácil escolher...tantos tubos e tubinhos.

 

Pego num e vejo escrito "casa de banho", nem olhei para mais nenhum.

 

Quando o maridão chegou desertinho de tomar banho e esticar-se no sofá digo-lhe" aqui está o material para fazeres o que combinamos.

 

Ainda brincou com um "tem de ser mesmo hoje?", mas sabia que já não tinha hipótese de escapatória.

 

Depois de ter cortado o bico do tubo e de ter iniciado a colocação do silicone ri-se e diz " Isso é que foi pontaria para trazeres silicone cinzento?

 

-Silicone cinzento? Não pode ser...

 

Infelizmente, ao olhar para a ponta do tubo vi aquela cor horrenda.

 

Estava explicado o porquê de tantos tubos.

 

Fosse como fosse a obra era para fazer naquele dia e não era pela cor que ia deixar de ser feita. A coisa até fica escondida com a cortina da banheira.

 

No meio de muito riso a obra ficou feita!

 

Eu a pensar que só havia silicone branco!

 

 

 


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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

A última semana foi cansativa, muito cansativa, porque isto de ir com 20 e tal idosos de férias é dose, apesar de ter ido com outra colega.

 

Ainda que todos eles fossem praticamente autónomos o que é certo é que me deixaram de rastos.

A partir das 5 da manhã já havia gente levantada a fazer a higiene. O que quer dizer que por mais que quisesse dormir era impossível. Não havia necessidade, já que o pequeno-almoço era servido às 9 horas, mas eles achavam que era melhor assim.

 

O mais difícil era organizar os passeios. Uns queriam ficar em casa, outros queriam sair, mas tinham algumas limitações e outros não tinham limitações e queriam sair apenas com os que conseguiam andar sem dificuldades.

 

Tive de bater o pé em relação a este assunto, não podia permitir que os que andassem com dificuldades tivessem de ficar em casa.

 

Infelizmente o S. Pedro não foi amigo e mandou-nos frio, chuva e apenas dois dias bons.

 

Nesta altura do ano a praia da Barra estava praticamente deserta e a grande maioria das lojas fechadas, o que nos obrigava a visitar duas lojas dos chineses e uma das 300 vezes sem conta.

 

Quando chovia ou fazia frio acabávamos por ficar em casa a jogar. Supostamente seria uma altura de tranquilidade, mas...com eles tudo é imprevisível. Ora reclamavam porque não sabíamos dar as cartas, não sabíamos baralhar, não dávamos sorte, ou então estávamos a torcer por outra pessoa.

 

Alguns estavam sempre prontos para saírem, fizesse sol, chuva ou frio. Acabávamos de chegar a casa já perguntavam "então agora vamos a onde?"

 

Parecia que tinham ficado ligados à corrente eléctrica, durante a noite.

 

E por falar em noite, havia a questão das novelas. As mesmas imparáveis queriam ficar a noite toda a ver as novelas. E nós "mortas “para ir para a cama.

 

Foram muitas as peripécias e não era de esperar outra coisa, já que eram todos tão diferentes de gostos e feitios.

 

Aquela que me preocupou mais foi no último dia depois de todas as malas estarem feitas e já colocadas à porta a D. A. diz "desapareceu a minha carteira".

 

Depois de me ter dito que já tinha revirado a mala de mão e a roupa da cama achei que teria de confirmar, assim tirei toda a tralha para cima da cama e carteira nem sinal. Restava-me ir buscar a mala dela com a roupa e retirar tudo, tudinho. Carteira nem vê-la.

 

Pela conversa que ia tendo apercebi-me que na sua cabeça havia a ideia que ela tinha sido roubada. Naquele caso e depois de andar de rabo para o ar à procura da dita cuja apenas me restava abrir especialmente as 4 malas que pertenciam às companheiras de quarto.

 

Felizmente a dita cuja apareceu. Estava num dos muitos compartimentos que a mala tinha e que nem eu nem ela tínhamos dado conta que existia.

 

Tanto para mim como para a minha colega aquela semana, de férias não teve nada, mas que valeu a pena lá isso valeu. Muitas imagens, muitos momentos e algumas discussões irão ficar na minha cabeça.

 

Ah, a minha perdição foram os ovos-moles de Aveiro. Duas caixas já foram comidas em apenas dois dias. Impossível resistir!



publicado por momentosdisparatados às 23:29 | link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito

Domingo, 14 de Outubro de 2012

Aqui a menina acabou de fazer a mala com roupa para uma semaninha.

Como sempre, tive a mesma dificuldade em saber o que ia levar e claro como sempre foi quase toda a roupa metida na mala.

Ah, o sitio para onde vou?

Para Aveiro.

Se vou de ferias?

Não, não vou. Vou apenas em trabalho, acompanhada com com 12 idosos.

Se vai ser fácil?

A ver vamos...daqui a uma semana, conto.

 



publicado por momentosdisparatados às 21:51 | link do post | comentar | ver comentários (21) | favorito

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

Ontem acabo o dia de trabalho desanimada e frustrada e hoje começo o meu dia, felizmente não de trabalho, irritada.

 

Certo, que ultimamente tenho andado sem muita paciência, implicativa e rezingona. Portanto o que aqui vou contar, muito provavelmente se deve a este meu estado.

 

Adoro ficar por casa em dia de folga, mas umas comprinhas de roupa fazem quase sempre bem ao ego, por isso quando a filhota me desafiou para irmos nem hesitei.

 

Fomos a uma determinada loja e apesar de ter roupa lindíssima o que eu precisava mesmo era de umas camisolas básicas de algodão, daquelas em que enfiamos um casaco de malha, um lenço ao pescoço ou um colar e estamos prontas para arrasar. Nessa loja também havia, mas eu sabia que no hipermercado Modelo e na Modalfa também havia e a diferença de preço era enorme. Enquanto ali pagava 9.90 Euros, no Modelo pagava apenas 2.99 Euros. Neste caso, apenas porque visto roupa de criança (14/16 anos) e a juntar a isso estavam a fazer um desconto de 25% em cartão. Portanto era de aproveitar.

 

Depois de ter escolhido as minhas camisolas, a filhota quis experimentar uns casacos. Como o que gostou tinha um pequeno defeito, perguntei à funcionária que estava ao balcão se não havia outro. Respondeu logo que não, pois apenas vinha um de cada tamanho. A minha filhota quis confirmar e encontrou outro do mesmo tamanho. Nessa altura a funcionaria veio arrumar o tal casaco que tinha o defeito e quando viu que estava outro com o mesmo número diz " olha, afinal está aqui outro igual".

 

Na altura apeteceu-me responder "pois, se a senhora tivesse ido ao computador veria que havia mais um", mas achei melhor não abrir a boca.

 

Já na caixa para pagar, ao fazer o OK no multibanco apercebo-me que tinha carregado muito depressa e já não dava para colocar o código, digo à funcionária e ela diz-me " já não dá para fazer com este cartão diz aqui que falhou 3 tentativas para marcar o código".

 

Realmente a mensagem dizia isso, mas eu informei-a que a mensagem estava errada pois eu não tinha chegado a marcar nenhuma vez o código. Sem grande vontade, aparente lá passa o cartão novamente e claro que deu para fazer o pagamento. Ao passar a porta os alarmes tocam e claro que as pessoas viram a cabeça para ver quem supostamente tinha tentado roubar. Voltamos para dentro e a funcionária diz "mas não está aqui nenhum alarme" e encaminha-se para a porta. Como seria de esperar a coisa apita novamente. Nessa altura eu digo " É horrível quando isto acontece, pois aos olhos das outras pessoas roubamos algo".

 

- Ah, não, as pessoas não pensam isso. Responde a fulana.

 

-Se a senhora não fica constrangida eu fico...não é agradável.

 

Nessa altura, já tinha aberto o saco e viu que realmente o casaco tinha um alarme.

 

Claro que um esquecimento qualquer pessoa pode ter e eu que já trabalhei no comércio sei e compreendo, mas aquela funcionaria naquele dia não estava com a mínima vontade de trabalhar, ou então não foi com a minha cara.

 

Depois destes incidentes vou até ao hipermercado fazer umas compras.

 

 Já na caixa peço um saco e a senhora responde-me " não posso, hoje é o dia sem sacos".

 

-Hoje é o dia sem sacos? Vou ter de levar as compras na mão? Ok, eu pago...

 

-Só se for destes ecológicos

 

-Mas eu não quero esses...

 

- Pois, mas dos outros hoje não pode ser.

 

Muita gente será contra eu não usar os ecológicos, mas não me dão jeito. Tenho a certeza que me iria esquecer dele em casa sempre que fosse às compras, depois quando vou às compras sozinha gosto de dividir as compras em vários sacos (isto quando são grandes compras) para não custar tanto transportar e depois utilizo os sacos para colocar o lixo.

 

A senhora quando viu a minha cara de desânimo acabou por dizer " não devia, mas vou-lhe dar um saco".

 

Tinha de ser logo hoje o dia sem sacos?

 

Claro que não estou contra ela, mas "bolas" hoje parece que todos querem estraga-me o dia!

Nem me atrevo a sair mais de casa...hoje.

 

 

 

 



publicado por momentosdisparatados às 17:35 | link do post | comentar | ver comentários (12) | favorito

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012

 

Depois de termos vendido a nossa casa, há cerca de 4 anos, juramos que nunca mais compraríamos nenhuma outra, a não ser que fossemos bafejados pela sorte e nos calhasse um premio chorudo.

 

A nossa decisão da venda deveu-se às constantes subidas das prestações, aos preços dos seguros, ao valor astronómico que tínhamos de desembolsar todos os meses. O que nos levou a deixar de fazer coisas que nos davam prazer.

 

Coisas essas, que para muita gente são luxos mas que para nós nos dão animo para enfrentar o dia a dia...férias, jantar fora, pegar no carro e passear.

 

Na escolha de encontrar o apartamento para alugar pesou o local, o preço e a área. Isto de colocar a tralha de uma moradia rés-do-chão, primeiro andar e cave não foi nada fácil.

 

Na altura da mudança descobri que quanto maior é a casa mais tralha aguardamos.

 

Não imaginam as coisas que dei e muitas que deitei fora. Coisas que não eram necessárias...apenas as íamos guardando...lá no fundo da minha mente um dia iria precisar delas.

 

Há uns meses apercebi-me que havia muito apartamento para alugar. Depois de uma pesquisa na internet verifiquei que conseguia apartamento bem mais barato do que estava a pagar.

 

Comecei à procura com mais atenção até que me ligam de uma imobiliária, segundo eles tinham um apartamento que certamente nos agradaria.

 

Fomos vê-lo e realmente agradou-nos imenso. As áreas eram muito boas, praticamente novo e o preço muito agradável. Pouparíamos cerca de 70 euros e isto sem contar com o novo aumento em Janeiro.

 

Segundo me apercebi eramos os primeiros a verem o apartamento.

 

Dissemos que entretanto daríamos uma resposta, pois queríamos ter a certeza que a mobília caberia.

 

Antes de dar a resposta queria ligar ao senhorio para saber se estaria interessado em fazer uma proposta para continuarmos no apartamento.

 

Depois de nos certificarmos que a mobília caberia, liguei ao senhorio a informa-lo que nos tinha surgido a oportunidade de um apartamento bem mais barato.

 

Demonstrou interesse em chegarmos a um acordo já que nunca tínhamos falhado o pagamento da renda, nem nunca lhe tínhamos criado problemas.

 

Pediu-nos dois dias para nos fazer uma proposta.

 

No dia seguinte liguei bem cedo para a imobiliária que nos tinha mostrado o outro apartamento a explicar a situação e pedi-lhes para não alugarem a casa sem antes falarem comigo.

 

Fiquei descansada, mas ansiosa. Não gosto de ter assuntos pendentes na minha cabeça. Por um lado não me desagradava de todo a mudança, mas por outro adoro estar onde estou e claro que uma mudança requer trabalho e despesa.

 

Só em cartas de condução (15 euros, cada), documento único automóvel (30 euros) e cartão de cidadão era um dinheirão. Seja como for esse valor rapidamente iria ser amortizado rapidamente.

 

Ao fim do mesmo dia que liguei para a imobiliária, ligam-me a informar que o apartamento já tinha sido alugado.

 

Fiquei em choque...pedi explicação e foi-me dito que tinha sido outra imobiliária a arrendar.

 

Então eu tenho cuidado de ligar para pedir que não alugassem sem me contactarem e não têm o cuidado de colocar reservado no site da imobiliária?

 

Isto é profissionalismo? Isto é ter palavra?

 

Naquela altura lembrei-me que tinha um grande problema em mãos. Que iria dizer eu ao senhorio se ele me ligasse a dizer que tinha mudado de ideias e que não iria fazer-me nenhuma proposta?

 

 Não lhe podia dizer que afinal já não saía, certamente iria achar que lhe tinha mentido.

 

No dia combinado o senhorio ligou e fez a sua proposta, eu fiz a minha...felizmente chegamos a um consenso...bem agradável. Consegui um valor inferior ao que comecei a pagar.

 

Continuo a achar que viver numa casa alugada é bem melhor. Não tenho os bancos, o spreed, os juros, o IMI e os seguros a "martelarem-me" na cabeça.

 

Ah, e tenho a vantagem se não estiver satisfeita é só procurar outro e mudar.

 

 

 



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